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Cuidados com o jardim e a área externa: porque são importantes?


Foto: Ignacio Correia/Unsplash

Muitas vezes, em meio a rotina agitada das cidades, sentimos falta de um cantinho verde e que seja capaz de nos proporcionar tranquilidade e bem-estar. Por esse motivo, os espaços na área externa vem sendo cada vez mais valorizados por quem busca mais qualidade de vida.

Para que o resultado seja realmente encantador, você terá que seguir alguns cuidados básicos e diários. Afinal, tanto as plantas quanto os demais objetos decorativos precisam de atenção e manutenção para transmitirem beleza e alegria. Em outras palavras, é preciso dedicação para desfrutar dessas vantagens!

Pensando nisso, listamos aqui todos os cuidados com o jardim necessários para investir em um ambiente natural. Acompanhe!

Saiba a importância de cuidar do jardim

Ter um jardim em casa pode proporcionar muitos benefícios. Além de uma beleza exuberante, esse espaço funciona como um verdadeiro remédio contra o estresse, ansiedade e demais distúrbios causados por quem tem a agenda cheia. Com a calma e a alegria das plantas e flores, você terá mais um espaço para relaxar, aproveitar os finais de semana e, inclusive, receber convidados.

Contudo, para usufruir de todas essas vantagens, é importante se dedicar à manutenção com regularidade. Isso envolve a escolha das plantas certas para o seu espaço, cuidados com o solo e a limpeza regular, tanto das folhas secas quanto dos objetos decorativos, como é o caso das estátuas, fontes, vasos e esculturas.

O segredo para o sucesso da sua área verde é a preservação e a conservação. O que isso significa? Todas essas medidas são extremamente necessárias para que você evite problemas futuros na estrutura do jardim. Afinal, com um solo comprometido, por exemplo, você dificilmente terá espécies saudáveis e o charme das folhagens deixará a desejar.

Fonte: Quinta Dellarte

Qual a importância de fazer uma manutenção no lote?


Foto: divulgação

A manutenção do lote é uma das atitudes mais importantes quando um é adquirido. Realizar a limpeza do terreno é de responsabilidade do proprietário e caso ela não seja cumprida, pode causar muitos problemas para o dono. 

Para que você saiba o quão importante é realizar essa manutenção periodicamente, nós conversamos com a gerente de projetos da Soma Urbanismo, Lineker Bis Hoffman, que deu detalhes sobre o assunto que, com certeza, te darão um norte para realizar a manutenção do seu lote. 

Confira os detalhes a seguir! 

Por que cuidar do meu lote é tão importante? - Por incrível que pareça, essa é uma dúvida constante de muitos proprietários. Mas, quando um lote é adquirido ele é entregue limpo e essa manutenção precisa ser contínua, uma vez que o lote comprado se torna total responsabilidade do dono. 

“A Soma Urbanismo sempre entrega os lotes limpos, seja na entrega oficial do loteamento – assim que as obras terminam – ou quando o cliente compra um lote já entregue há mais tempo, o que chamamos de lote de estoque. Então, a partir daí a responsabilidade de limpeza é do cliente”, explica Lineker. 

A limpeza do lote não é apenas uma responsabilidade instituída pela Soma Urbanismo. De acordo com a Lei 11095/94, existem algumas regras impostas para os donos de lotes que se não realizarem a limpeza, várias sanções podem ser aplicadas, como por exemplo, multas de cerca de R$ 500,00. 

Sendo assim, fique esperto e mantenha o seu lote limpo!

Com qual periodicidade eu devo limpar o meu lote? - Depois de algumas recomendações, talvez você esteja se perguntando qual a periodicidade correta para o realizar a limpeza do lote. A resposta para isso depende muito do local e do tipo de vegetação que existe. 

“A periodicidade de manutenção depende muito do local e do tipo de vegetação que existe. O ideal é que seja feita mensalmente, mas se a vegetação for esparsa, essa frequência pode ser reduzida. Sendo assim, é necessário o acompanhamento do proprietário indo ao local e determinar a melhor frequência de limpeza, garantindo assim a economia”, explica Lineker. 

Como realizar essa limpeza do lote? Não precisa se preocupar, porque não é nada complicado. 

De acordo com Lineker Hoffman, você pode contratar uma empresa de jardinagem para realizar esse tipo de serviço, que você terá bom resultado e um ótimo totalmente limpo de acordo com o que a lei determina. Conte com a Reserva - Paisagismo e Jardinagem para realizar esta limpeza para você

Fonte: Soma Urbanismo

Natureza e saúde mental: qual a relação?


Foto: Jill Wellington/Pexels

A relação entre natureza e saúde mental tem ganhado cada vez mais destaque entre a comunidade científica. E não é para menos: diversos estudos já mostraram que a exposição à natureza pode trazer benefícios enormes para as pessoas, principalmente aquelas que vivem em grandes centros urbanos.

Além disso, passar um tempo em espaços verdes ou incorporar ao seu dia a dia o contato com plantas, flores e árvores é uma maneira simples de relaxar e ter uma folga da correria cotidiana.

A solução para os transtornos mentais pode estar na natureza - Os transtornos mentais estão entre as principais causas de incapacidade e afastamento das atividades laborais em todo o mundo. Mas a solução para o problema parece estar muito mais perto do que se imagina.

Então, como o meio ambiente pode afetar corpos e mentes? Um estudo publicado na revista Nature em 2019 revela que somente duas horas por semana de contato com a natureza podem promover um significativo aumento na sensação de bem-estar, melhorar o humor e aliviar os sintomas de depressão, ansiedade e estresse.

Por isso, a implantação de espaços verdes urbanos é cada vez mais importante. Mais da metade da população global vive em áreas urbanas e, em países como a Espanha, esse número chega a impressionantes 80% da população.

Infelizmente, essas áreas urbanas costumam oferecer ambientes predominantemente construídos, nos quais a exposição à natureza é escassa.

Além da poluição visual que os urbanos oferecem, a má qualidade do ar e os ruídos frequentes, oriundos do tráfego de veículos e da movimentação do comércio, por exemplo, são estressores ambientais que podem prejudicar muito a saúde mental das pessoas.

Segundo uma pesquisa da organização ISGlobal, existe uma associação protetora entre a quantidade e o acesso a espaços verdes e ansiedade e depressão. Observou-se que essa associação pode ser explicada, em parte, pela redução da exposição à poluição do ar e ao ruído e, em menor proporção, pelo aumento da atividade física e do suporte social. Até mesmo o simples acesso visual a elementos da natureza pode beneficiar o bem-estar mental.

Os benefícios da natureza para a saúde mental

  • A influência da natureza ajuda a recuperar o cérebro da fadiga causada pelas atividades cotidianas, melhorando o desempenho no trabalho e nos estudos e a satisfação pessoal;
  • Quando incorporada ao design de prédios, a natureza propicia calma, inspira ambientes e estimula o aprendizado e a curiosidade;
  • Espaços verdes são ideais para atividades físicas, que melhoram o aprendizado, a memória e as funções cognitivas;
  • Atividades ao ar livre podem aliviar sintomas de Alzheimer, demência, estresse e depressão;
  • O contato com a natureza ajuda no desenvolvimento das crianças, encorajando a imaginação, a criatividade e a interação social;
  • A exposição a ambientes naturais diminui sintomas de DDA (Distúrbio de Déficit de Atenção) em crianças, podendo diminuir, também, o uso de remédios.

Hiperestimulação urbana

Na cidade, nosso cérebro é constantemente estimulado. Trânsito, faróis, pedestres, vendedores, tudo isso “gritando” para nosso cérebro, em uma competição pela atenção.

Em pouco tempo, ele já está cansado e pode começar a apresentar perda de memória. Um pequeno vislumbre de verde já causa alívio cerebral, dando uma pausa para o cérebro de toda a loucura das grandes cidades.

Para crianças, brincar ao ar livre, além de estimular a imaginação e criatividade, dá a sensação de liberdade, livrando seus cérebros, momentaneamente, dos constantes estímulos da cidade.

O mesmo acontece para pessoas com DDA, que, em um ambiente mais natural e aberto, sentem menos pressão e estímulos.

Em pacientes com Alzheimer, lugares abertos e com diversidade de plantas, cores, cheiros e disposição, causam situações positivas. O mesmo vale para pacientes com demência e depressão, proporcionando uma distração tranquila.

Nesse contexto, vale mencionar uma atividade importante intitulada “banho de floresta“, que consiste em ir para uma área florestal e passar um tempo em contato direto com a natureza. Uma pesquisa feita pela Universidade de Chiba, no Japão, confirmou a eficácia dessa prática para a saúde mental e bem-estar do ser humano. Segundo os pesquisadores, o banho de floresta reduz a concentração de cortisol, a pressão sanguínea e a atividade do sistema nervoso.

Fonte: eCycle

Jardinagem é ciência, arte e técnica

Desde os primórdios, a jardinagem vem se definindo tanto como ciência quanto como arte e técnica, o que possibilita afirmar que, como tal, estabelece relação direta com diferentes áreas do saber


Foto: Benjamin Combs/Unsplash

Desde o início dos tempos, o homem vem tentando estabelecer uma relação estreita com o reino vegetal, tanto no que se refere ao atendimento de suas necessidades mais básicas, como abrigo e alimentação por meio da agricultura, como também de suas necessidades estéticas de apreciação do belo e da natureza. Daí a grandeza dos jardins imperiais de Nabucodonosor, na Babilônia, ou a harmonia, o perfume e a variedade de espécies vegetais dos jardins persas. “O jardim não é só um local onde as pessoas se sentem bem e apreciam as plantas. Significa, também, bom gosto e status para o proprietário”, afirma Eduardo Elias Silva dos Santos, Engenheiro Florestal e Especialista em plantas ornamentais, jardinagem e paisagismo.

Desde os primórdios, a jardinagem vem se definindo tanto como ciência quanto como arte e técnica, o que nos possibilita afirmar que, como tal, estabelece relação direta com as mais diferentes áreas do conhecimento. “Dentre estas áreas, destacamos a botânica, a matemática, a física e a química para falarmos das ciências puras. Tem-se, ainda, a zoologia, a sociologia, a psicologia, a arquitetura, o urbanismo e, é claro, a agronomia”, relata Eduardo Elias.

“É ciência porque envolve conhecimentos das várias áreas do saber humano. Arte porque em suas formas, linhas, traçados e cores, revela ou evidencia a estética, a sensibilidade e o bom gosto de seu criador. E técnica por ser, em essência, resultado da aplicação direta das leis e regras estabelecidas pelas ciências, exigindo método e sistemática em todas as etapas, desde seu planejamento até a sua manutenção”, explica o especialista.

Enfim, finaliza Eduardo: “De modo geral, pode-se dizer que, acima de tudo, a jardinagem é fruto da inteligência humana e resultado da busca constante do homem pelo controle da natureza e sua adequação, de modo a usufruí-la de acordo com suas necessidades”

Fonte: Cursos CPT

Saiba mais: Carnaval é coisa de brasileiro? A origem da festa vai te surpreender

O Carnaval brasileiro é famoso em todo o planeta, mas a festa é mais antiga do que você imagina

Foto: Dele Oluwayomi/Unsplash

O nosso Carnaval hoje é conhecido pelo samba com feijoada das tias baianas, pelos desfiles de Escolas de Samba com fantasias elaboradas, pelos blocos regados em drinks e pelas comidas perfeitas para a folia. Mas não foi assim desde o começo. A história do Carnaval começou antes de chegar no Brasil e era uma festa bem diferente da que estamos acostumados. Descubra, agora, a verdadeira origem do Carnaval e quais influências ajudaram a montar a festa brasileira mais famosa.

Qual a origem da festa de Carnaval?

A origem do Carnaval vai mais longe do que imaginamos. Uma das muitas influências para a festa foi a celebração do equinócio de primavera na Europa da Antiguidade, sempre realizada em março. O fim do inverno frio, a volta do sol e o florescimento das plantas e vegetais era um motivo de festa e agradecimento aos deuses com comida e vinho.

Na Idade Média, com a expansão do cristianismo, a Igreja Católica transformou festas pagãs em datas religiosas associando a santos e solenidades que já faziam parte do calendário cristão. A instituição definiu um dia de festa na terça-feira que antecede o início da Quaresma, os 40 dias de jejum até a Semana Santa em abril. O intuito era fazer uma última festividade de pecado, com comidas e bebidas liberadas antes da abstinência de carne e do período de orações.

Essa data, logo antes da Quarta-Feira de Cinzas, futuramente se tornou o nosso Carnaval brasileiro e também criou festas similares em outros lugares do mundo, como o Mardi Gras nos Estados Unidos e o Carnaval de Veneza. Cada evento tem suas características, mas todas têm em comum as roupas coloridas, fantasias e máscaras e uma alegria sem fim. Ao longo dos anos, a associação com a religião diminuiu quando os excessos da população aumentaram e a Igreja perdeu o controle da festa, voltando a um lugar de celebração pagã.

Qual país inventou o Carnaval?

Como dá para ver, não existe uma origem única para o Carnaval. As festas primaveris eram comuns na Mesopotâmica e na Babilônia, em nações hoje conhecidas como Grécia, Egito e Itália. O nome Carnaval surgiu quando recebeu influência da Igreja Católica no Império Romano, que na época ocupava praticamente toda a Europa. A festa do Mardi Gras, apesar de ser popular nos Estados Unidos, era uma tradição da França.

Qual a origem do Carnaval no Brasil?

Assim como os portugueses trouxeram partes de sua cultura e costumes da Igreja Católica, eles também trouxeram o Carnaval com as suas tradições, com a primeira festa em torno de 1640. O Carnaval português era conhecido como “entrudo”, palavra derivada do Latim e que significava “entrada”, uma referência ao início da Quaresma.

O entrudo português era uma brincadeira de rua em que as pessoas, principalmente africanos escravizados, jogavam água, ovos, farinha e restos de comidas uns nos outros. Não tinha música e o jogo era bem violento, a ponto de ter sido proibido no século 18. Em contrapartida, surgiram os bailes de carnaval em clubes ao som de polcas e restritos à elite.

As camadas mais populares ficaram insatisfeitas por perderem a sua festa e protestaram até conseguirem a volta do entrudo com práticas menos violentas, trocando a água e comida podre por limão de cheiro, pelo popular lança-perfume e pelos confetes coloridos. Os entrudos foram a origem aos cordões que depois deram forma aos blocos de Carnaval como temos hoje. A música só veio bem depois.

Os bailes da alta classe tinham sons típicos europeus na época e nos cordões nas ruas haviam chocalhos e tamborins do cucumbi, um antigo estilo de dança herdado da cultura africana pelos povos escravizados. Somente no século 19 que tivemos a primeira marchinha de Carnaval, “Ô Abre Alas” de Chiquinha Gonzaga, e só no começo do século 20 que surgiu o primeiro samba, “Pelo Telefone”, de Donga e Mauro de Almeida, sucesso no Carnaval da época. A partir deste ponto que a festa começou a tomar a forma que tem hoje como o feriado do Carnaval brasileiro.

Quais são as influências do Carnaval brasileiro?

A cultura brasileira é um misto de culturas e o Carnaval também. Apesar de ter surgido como tradição europeia, o nosso país sempre teve muita mistura entre os povos que viviam aqui. Da mesma maneira que temos herança da cultura indígena na culinária e muita comida brasileira que veio da África, o Carnaval também teve influências diversas por causa do seu povo.

O Carnaval teve um período limitado às classes mais altas, mas na maior parte do tempo era uma festa popular. Até nas celebrações europeias a festa era uma oportunidade de todos festejarem independentemente das classes sociais usando fantasias para se colocar em outras funções da sociedade. No Brasil não foi diferente.

No fim, o que temos hoje é um Carnaval brasileiro único com o ritmo do samba das comunidades afro-brasileiras, os blocos construídos pela cultura portuguesa e transformados pela cultura africana, e as fantasias e máscaras dos bailes europeus apadrinhados pela Igreja Católica. Um país unido pela festa, mas que mantém tradições regionais nos principais destinos no Brasil durante o Carnaval.

Por: Paula Araripe